Sector das TICE em Portugal | Cloud Computing | SaaS




Segundo um estudo do IDC (Internacional Data Group) sobre as tendências de mercado em Portugal, são apontados fortes indicadores de uma transformação profunda da indústria das Tecnologias de Informação e Comunicação em 2010, onde o investimento do mercado nacional em Tecnologias de Informação (TI) foi de 3,59 mil milhões de euros em 2009, o que se traduziu numa quebra de 2,2% face a 2008.
Segundo as previsões da IDC, o ano de 2010 ainda será marcado por uma quebra no investimento de 0,5%, começando só a dar sinais de recuperação no final do ano. Para 2011 a IDC já prevê um crescimento significativo de 5,7%, altura em que o investimento deverá atingir os 3,77 mil milhões de euros.
Estas previsões da IDC fazem parte do relatório "Mercado de TIC - Portugal vs Europa: Análise e Previsões 2009-2013" e resultou de diversas fontes de informação, das quais se destacam entrevistas aos fornecedores de Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) e uma pesquisa junto de mais de 800 organizações e mais de mil consumidores.
Na análise por segmentos do mercado nacional das Tecnologias de Informação, que engloba o hardware, o software e os serviços de TI do mercado empresarial e de consumo, o Hardware é o que tem vindo a apresentar maiores quebras de crescimento. Em 2009, o investimento em hardware registou uma queda de 4,4%, correspondendo a um investimento na ordem dos 1,85 mil milhões de euros. Em 2010, este segmento deverá registar uma quebra de 3,2%. Apesar do crescimento global negativo em hardware, a IDC prevê que alguns segmentos, como é o caso dos ultra-portáteis, dispositivos móveis (smartphones) e equipamentos de rede, irão apresentar taxas de crescimento positivas.

Redes Sociais - Web 2.0


Web 2.0 é um termo criado em 2003 pela empresa O`Reilly Media para designar uma segunda geração de comunidades e serviços baseados na plataforma Web, como:

  • Wikis
  • Redes Sociais
  • Blogs
  • Social Bookmarks (favoritos) acessível a partir de cada computador com acesso à internet.
  • Tagging
  • RSS Feeds
  • Agregação de conteúdos

Não se trata de uma nova versão Web, mas sim uma mudança na forma como ela é encarada pelos utilizadores.
As ferramentas sociais permitem a partilha de informação e conhecimento e a colaboração entre pessoas fisicamente distantes.
Os custos de implementação e configuração são muito baixos, com custos de manutenção reduzidos, dependendo dos utilizadores, e não de uma equipa central, para manterem o conteúdo relevante.
As redes sociais focalizam-se na gestão de feeds e não na gestão de conteúdos, tendo como principal objectivo a agregação de conteúdos e não gerir os mesmos conteúdos.
Cada vez mais os suportes da Web 2.0 são construídos  em plataformas open source pelo que podem continuamente evoluir graças ao trabalho das comunidades mundiais de utilizadores.

Os Objectivos da Análise Financeira numa organização

Por definição, análise financeira é a capacidade de avaliar a rentabilidade empresarial tendo em vista, em função das condições actuais e futuras, verificar se os capitais investidos são remunerados e reembolsados de modo a que as receitas geradas superem as despesas de investimento e de funcionamento realizadas num dado período de tempo.

A análise financeira de determinada empresa recorre a todas as informações financeiras históricas produzidas pela mesma em determinada faixa temporal, efectuando uma avaliação ou estudo da viabilidade, estabilidade e lucratividade de um negócio ou projecto.
As técnicas utilizadas baseiam-se, fundamentalmente, no mesmo conjunto de informações económico-financeiras:
  • balanço;
  • demonstração de resultados líquidos;
  • demonstração dos fluxos de caixa.
A técnica mais utilizada pela análise financeira é a que recorre aos rácios, um instrumento de apoio para sintetizar uma enorme quantidade de informação, e comparar o desempenho económico-financeiro das empresas ao longo do tempo. Constituem assim uma base da análise financeira, mas não dão respostas.
O principal objectivo (com base nos documentos produzidos), disponibilizar uma compreensão mais eficaz e detalhada das informações e dados recolhidos ou disponíveis, para melhor compreensão de todos os intervenientes.

Em análise financeira nunca podemos de forma convicta defender determinadas verdades, correndo o risco de nunca serem verdadeiramente absolutas. Determinado indicador num sector pode indicar um valor positivo, porém em outro sector diferente o mesmo indicador pode indicar um valor negativo e de tendência oposta. Temos que ter sempre em consideração que qualquer informação financeira, carece sempre da verificação dos referenciais contabilísticos e pressupostos comparativos.
Duas metodologias fundamentais no âmbito da análise financeira:
  • Verificação de alguns agregados de demonstrações financeiras;
  • Cálculo e análise de indicadores económicos e financeiros
Na primeira metodologia é importante destacar a extracção da estrutura de custos e o peso de cada componente dos custos nas demonstrações financeiras. 

A análise das demonstrações de períodos sucessivos, disponibiliza de forma credível várias informações sobre tendências na evolução de certos agregados financeiros ou económicos, possibilitando assim a obtenção de uma visão evolutiva e nunca estática de exercícios. 

Organizações de apoio ao I&D, inovação e empreendedorismo em Portugal - 2010

Conjunto de organizações de natureza pública, desde ministérios a agências focalizadas em certos campos específicos como o apoio às pequenas e médias empresas, à inovação, à formação, à propriedade industrial, à salvaguarda da concorrência, ao comércio externo ou à atracção de investimento directo no estrangeiro. Hoje em dia, as principais organizações que se destacam em matéria de I&D, inovação e empreendedorismo são:

• Agência de Inovação, criada como joint-venture entre os ministérios encarregados dos assuntos económicos e da ciência, foi designada como a organização gestora dos principais programas dirigidos especificamente ao apoio à ciência, tecnologia e inovação (IDEIA, NEST, DEMTEC, NITEC, integração de altos quadros em determinadas empresas.);

• IAPMEI, responsável pelo apoio genérico às PME e pela promoção do empreendedorismo, funciona também como entidade gestora dos principais programas de mais largo espectro no âmbito do PRIME (designadamente SIME, SIPIE e QUADROS);

• ICEP, focalizado na promoção do comércio externo e na internacionalização da actividade das PME portuguesas;

• Agência Portuguesa de Investimento (API), criada em 2002 com o objectivo de dinamizar não só a captação de IDE mas também o investimento por parte das grandes empresas portuguesas;

• Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), encarregado da promoção e gestão dos direitos de propriedade industrial em Portugal, lançou a rede de Gabinetes de Apoio à Propriedade Industrial (GAPI), com o objectivo de promover a cooperação entre agentes económicos, no sentido de divulgar e de incentivar a utilização dos direitos de propriedade industrial;

• Instituto Português da Qualidade (IPQ), entidade responsável pela promoção e gestão do sistema de qualidade;

• Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), com um papel central na governação e financiamento da política de I&D, especialmente no que respeita ao apoio à formação pós-graduada e à investigação académica;

• Conselho Superior de Ciência, Tecnologia e Inovação, organismo consultivo do Ministério da Ciência e Ensino Superior em matéria de política científica, tecnológica e de inovação;

• Agência para a Inovação e o Conhecimento (UMNIC), focalizada basicamente nas políticas relativas à sociedade da informação, tendo também lançado recentemente iniciativas na área da política de ciência e tecnologia, com os Centros de Excelência e as Oficinas de Transferência de Informação e Conhecimento (OTIC);

• Unidade de Coordenação do Plano Tecnológico, recentemente criada e encarregada da concepção, coordenação, observação e avaliação do conjunto de medidas e políticas transversais que integram o Plano Tecnológico.

Evento TEDxLisboa


No dia 15 de Maio, realizou-se em Lisboa o evento apelidado de "TEDxLisboa", no auditório da Faculdade de Ciências da UL no Campo Grande.


Após um dia desgastante de trabalho (Sexta-Feira), concluído por um seminário no auditório do ISLA de Lisboa pelas 19H, sobre " CRM em Portugal. Experiência e Conceitos", fiquei com a breve impressão que iria ter pela frente um fim de semana de descompressão e múltiplas reflexões sensoriais no sofá e respectiva cama do lar.


Porém o sol emotivo de ideias já tinha batido à porta, naquele sábado pré aniversário de forma inquietante. Era um dado consumado que dia 15 de Maio estaria dedicado à visualização do muito enunciado e discutido TEDxLisboa.

A poderosa e marcante marca "Vinho"

Abrir um vinho não é apenas o acto de remover a rolha. Alguns rótulos dos vinhos alertam para que ele seja aberto algumas horas antes para que ele possa "respirar" enquanto outros exigem ser bebidos imediatamente.
No caso dos champanhes fazer a rolha estourar para sinalizar o início de uma celebração é uma atitude que deve ser evitada.
Ao "estourar" a rolha, a pressão faz com que o líquido seja arremessado para fora bem como grande parte do gás carbônico ali presente desde a segunda fermentação. Com isso ele certamente perderá em qualidade.
Significado de vinho:
"uma bebida alcoólica produzida por fermentação do sumo de uva."
A constituição química das uvas permite que estas fermentem sem que lhes sejam adicionados açucar, ácidos, enzimas ou outros nutrientes.
Na própria fermentação surgem estes ingredientes.



A fermentação
A parte mais complexa e importante do processo de fabricação do vinho. Nesta crucial fase é necessário um controle rígido da temperatura bem como a presença correcta de microrganismos responsáveis pela fermentação.
Dentre eles o mais comum é uma levedura, e o controle da temperatura é fundamental para o crescimento e cultura das bactérias não devendo exceder os 25 a 30 C.
O contacto com o ar deve ser evitado, devido ao problema de oxidação do vinho.

Marketing de Guerrilha

Marketing de Guerrilha?

Numa sociedade neo-liberal e direccionada para o mercado,a publicidade juntamente com o marketing tradicional, entram numa fase mortuária e em versão cadáver.
Em portugal chegam registos e boatos de novos conceitos publicitários/branding, mas nunca chegamos a perceber os verdadeiros contornos destes recentes acontecimentos.
Em países como o Brasil, USA, Itália e outros, respira-se um novo ar markeeter.

O marketing guerrilheiro ou marketing de campo (marketing field), instalou-se e começa a construir o seu novo império de forma calculada e progressiva.

Regista-se um desenvolvimento sustentado neste novo conceito de marketing? Sem dúvida que sim.
O consumidor necessita de sentir um forte caçador, e resta à brand encostar-se á espera do seu predador.
Deve ser o consumidor através de curiosidade, choque e espanto, a procurar nesta nova Era.

Tácticas de guerrilha

As tácticas de guerrilha são usadas, em geral, por um facção mais fraca contra uma mais forte.

Liderança Organizacional

Abstract
Área de estudo bastante atractiva junto da comunidade científica e no tecido empresarial.
Segundo Bass(1999), foram contabilizadas mais de 5000 referências bibliográficas diferentes.
Neste artigo iremos desenvolver conceitos e teorias comportamentalistas e contingenciais. 
Iremos igualmente analisar o novo paradigma de liderança e inovação organizacional, assim como conceitos chave de mudança organizacional.
O modelo multifactorial de liderança irá possibilitar a entrada nas definições dos vários tipos de liderança, analisando de forma sucinta a liderança emotiva e potencialidades.
Por fim iremos analisar o estado de arte do tema em questão.

Palavras chave: Liderança Organizacional, Mudança organizacional, Teorias comportamentalistas e contingenciais, inteligência emocional.


A liderança enquanto o equivalente do exercício da influência (não coerciva) que pretende  coordenar os membros do grupo na senda do alcance dos objectivos de grupo (Jago, 1982).
No actual paradigma da gestão, considera-se que os principais factores competitivos das empresas não são os recursos financeiros, tecnológicos ou logísticos mas sim os recursos humanos pertencentes à organização.
Esses mesmos recursos sofrem actualmente graves consequências das transformações do trabalho, emprego e relações laborais precárias.

Interview with Filipe Carrera about Post-Graduation in Digital Marketing

Sobre o entrevistado:
Luís Rasquilha

Luís Rasquilha é licenciado em Relações Públicas e Publicidade pelo INP. Têm o MBA do ISCTE e é pós-graduado em Marketing, pela Universidade Católica Portuguesa. Conta com possições profissionais como director de marketing da Marketeer, Partner/Director Geral da LPR Brand e Consulting/Director de Planeamento da Float Publicidade. Foi até muito recentemente docente titular no INP e convidado no GIEM/ ISCTE, ESTG Leiria e ESCE Setúbal.
Actualmente é Managing Partner/Senior Vice President da AYR Consulting. 
Sobre AYR:
Empresa que procura o conhecimento baseado na observação e análise de tendências, articuladas em insights com aplicações práticas, de forma a inspirar e suportar decisões, ideias para novos negócios e produtos, novos conceitos de comunicação e novas formas de relacionamento entre empresas e os seus clientes.
São a primeira e única empresa em Portugal especializada em tendências e inovação, com um approach estruturado, com o suporte da nossa rede internacional.